QUAL É A MELHOR ALTURA DO TREINO DE FORÇA REATIVA PARA OTIMIZAR O SALTO VERTICAL? UMA REVISÃO SISTEMÁTICA E META-ANÁLISE

Autores/as

  • Mg. Nelson Kautzner Marques Junior

Palabras clave:

Esportes, Treino de Força, Treino Pliométrico, – Salto Vertical

Resumen

O objetivo da revisão sistemática e da meta-análise foi de detectar a altura do treino de força reativa (é a intensidade) que causa um melhor incremento no salto vertical. Esse estudo seguiu a metodologia proposta pelo PRISMA. Os estudos foram identificados na base de dados no período de janeiro de 2017 a abril de 2017. Desses estudos, 29 pesquisas foram incluídas nessa investigação. A revisão sistemática forneceu quatro resultados sobre o efeito da intensidade do treino de força reativa no countermovement jump (CMJ). Os resultados mínimos e máximos do CMJ, o pós-teste do CMJ e a evolução em % do CMJ o melhor desempenho foi da intensidade alta (obstáculo de 50 a 75 cm) e a intensidade média (obstáculo de 20 a 49 cm) foi a segunda melhor nos dois primeiros resultados da revisão sistemática, mas na evolução em % do CMJ a intensidade média teve a mesma performance da intensidade alta. A evolução em % do CMJ recebeu um tratamento estatístico através da Anova one way (p>0,05), a intensidade baixa foi a melhor (11,40±6,66), a intensidade alta foi a segunda (9,75±4,65) e a intensidade média foi a terceira (7,51±4,70). O resultado da meta-análise o tamanho do efeito do CMJ a Anova de Kruskal Wallis tratou os dados (p>0,05), o melhor desempenho foi da intensidade média (3,70±8,27) e em segundo ficou a intensidade alta (2,65±3,30). Em conclusão, a intensidade alta e média são as alturas dos obstáculos do treino de força reativa que mais desenvolvem o CMJ.

Publicado

2017-08-21

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